PEELING QUÍMICO

       

 

          A descamação terapêutica e controlada provocada por agentes químicos esfoliantes resulta na destruição de partes da epiderme e/ou derme da pele, seguida da regeneração dos tecidos epidérmicos e/ou dérmicos, para tratar vários transtornos estéticos. 

 

          O Peeling Químico é indicado para tratar alterações cutâneas como manchas, cicatrizes de acne, rugas finas, poros dilatados, efélides (sardas), fotoenvelhecimento e estímulo de colágeno, podendo ser realizado na face e em áreas corporais. O procedimento varia de acordo com o agente químico utilizado e do tipo de resultado desejado para cada paciente. 

 

          Os critérios utilizados para indicação de cada tipo de peeling compreendem idade, fototipo, área a tratar, grau de fotoenvelhecimento e objetivos a alcançar, além dos fatores inerentes a cada paciente. 

 

          O objetivo é acelerar o processo de renovação celular resultando em uma pele mais uniforme e com as imperfeições existentes anteriormente atenuadas ou eliminadas.

 

          A frequência dependerá da indicação, do agente utilizado e da necessidade do paciente. 

 

Saiba Mais

 

          O termo peeling se origina do inglês to peel = descamar, pelar, referindo-se à aplicação de agente químico sobre a pele, que pode provocar a destruição controlada não só de parte ou da totalidade da epiderme, como também de parte da derme, levando à esfoliação com remoção de lesões, seguida pela regeneração de novos tecidos. 

 

          Os peelings químicos foram inicialmente descritos no Egito, no papiro de Ebers, em 1550 AC. Relatórios também são encontrados na literatura antiga grega e romana. Ao longo dos séculos passados, algumas fórmulas foram transmitidas pelas populações ciganas. Em 1874, em Viena, a técnica foi utilizada para tratar melasma, doença de Addison e efélides (sardas). Em 1882, em Hamburgo, descreveu-se as ações do ácido salicílico, da resorcina, do ácido tricloroacético (ATA) e do fenol sobre a pele. Alfa-hidroxi ácidos (AHA) foram desenvolvidos para peelings mais superficiais indicados para o tratamento de hiperqueratose. Posteriormente foi desenvolvido o peeling com ácido glicólico. Houve a descrição de combinações de duas substâncias, e posteriormente para alcançar efeitos de profundidade média, proporcionando progressos no uso dos peelings. 

 

          Os peelings podem ser classificados quanto à profundidade em muito superficiais (removem o extrato córneo - profundidade de 0,06mm); superficiais (provocam esfoliação epidérmica - da camada granulosa até a basal – profundidade 0,45mm); médios (atingem a derme papilar – profundidade 0,6mm); profundos (atingem a derme reticular média – profundidade 0,8mm).

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